S.E.Mc Nair - Ofertas para o Tabernáculo

Êxodo 35:20-26; 36:2-8

 

A lição principal é que “uma parte do nosso serviço cristão é sermos permitidos gastar com Deus”.

 

Na introdução podemos considerar como é natural à criatura humana querer ganhar; como a aquisição é uma tendência característica da humanidade.

 

Mas há ocasiões em que temos prazer no contrário: em gastar. Alguém tem dito que a “gratidão quer recompensar, mas o amor quer engrandecer seu amado por sacrifício próprio”. Os que amam a Deus têm prazer em gastar com Ele.

 

Podemos dividir o nosso estudo assim:

1) Os contribuintes.  2) As condições.  3) O alvo

 

1. Os contribuintes. Notemos:

    a) As duas diversidades. Homens, Mulheres, príncipes, operários, todos contribuindo para o mesmo fim.

 

Lembremo-nos que Deus necessita de uma variedade de servos para conseguir a Sua obra neste mundo. Os velhos não podem prestar o serviço dos moços, nem os moços o dos velhos. Ricos e pobres não podem dar as mesmas quantias,  mas cada um pode contribuir uma parte essencial ao todo.

 

    b) As duas semelhanças. Cada um deveria dar voluntariamente, abundantemente, do que tinha para o mesmo fim. Não lemos nada sobre inveja, orgulho, ostentação, interesse próprio, motivos egoístas. Todos contribuíram alegremente, imediatamente, pontualmente (36:3).

 

2. As contribuições. Notemos a sua diversidade. Quase tudo o que há neste mundo pode ser dedicado ao serviço de Deus. Não somente bens materiais mas dons espirituais – poesia, música, pintura, eloquência, etc.

 

Alguns davam objectos; outros davam serviços.

 

3) O alvo Estes tinham três aspectos: a) o tabernáculo; b) o serviço; c) os vestidos santos. Vamos aplicar estes pensamentos à nossa própria vida cristã.

 

    a) Podemos contribuir para o templo santo. Para o ajuntamento de pedras vivas; para edificação do conjunto todo em amor; para haver um lugar, um meio, onde a vontade de Deus impera.

 

    b) Podemos contribuir para o serviço. Ligados com a igreja de Deus há uma variedade de serviços: adoração, ensino, evangelização.

 

    c) Alguns ocupam-se com os “vestidos santos” em que os sacerdotes devem prestar o seu serviço. Empenham-se para que esses servos de Deus apresentem um aspecto de santidade, pureza, justiça; assim estes também, fazem a sua contribuição.

 

     As contribuições todas foram daqueles a quem o seu coração moveu (v.21). Porventura o nosso coração é movido a gastar alguma coisa, quando oramos “venha o teu reino”?

 

Conclusão. Quem deseja gastar com Deus? Que tem, com que pode contribuir para a edificação da Igreja? Qual é a sua oferta que traz diariamente (36:3)?

 

S.E.Mc Nair, in “Guia do Pregador”, Volume IV

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